terça-feira, 28 de setembro de 2010

PARÁBOLA DO PORCO-ESPINHO

Autor Desconhecido

 Email enviado por Rose de Arruda

porco espinhoDurante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram juntar-se em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso, decidiram afastar-se uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados. Então, precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.

E, assim, sobreviveram.

Moral da História:

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.

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Cortesia: Rose de Arruda/Cuiabá-MT/Brasil

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

CONCURSO DE POESIA OFICINA DA PALAVRA

Conheçam e participem do Concurso de Poesia idealizado e coordenado pela amiga Cathiato do blog Reflexo D’Alma - http://reflexodalma.blogspot.com/
CONCURSO DE POESIA OFICINA DA PALAVRA 2010 :

OBJETIVO DO CONCURSO:REUNIR PESSOAS QUE ESCREVEM AO REDOR DA 'PALAVRA " E INCENTIVA-LOS A MOSTRAREM SEUS TEXTOS
INSCRIÇÕES ABERTAS DE 05 A 30 DE SETEMBRO DE 2010:
INFORMAÇÕES SOMENTE PELO EMAIL
catiaho@hotmail.com

Mais informações em http://oficinadapalavraemreflexo.blogspot.com/

sábado, 25 de setembro de 2010

FRASE

 

"A cada escolha ha infinitas renunncias."”

 

http://www.pensamentopositivo.com.br/reflexoes

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

A inferioridade do Ensino Superior

Images_aluno_mochila 
enviado pelo site  "Lendo. Org." - http://www.lendo.org/
Ao fim você me chamará romântico, mas ando mastigando essas coisas faz tanto tempo que esse artigo será nada menos que um grande cuspe.
Cartazes, panfletos e propagandas de televisão têm me convidado a ingressar na universidade. Uma formação superior que abrirá as portas para uma brilhante carreira profissional, com salários exorbitantes, viagens para a Europa, apartamentos em Copacabana e uma família branca, negra, índia e feliz.
São todos os sonhos deles realizados.
Passo pela prova de admissão — que exige todo o potencial de meus dois neurônios relapsos — e chego na primeira aula com meu boné, meus óculos escuros e as roupas largas que hoje impressionam as garotas (aquelas, lindíssimas, que às oito da manhã estão com 1 quilo de maquiagem no rosto) da mesma forma que o terno e a gravata impressionarão daqui cinco anos.
Sou um universitário. Dirijo o carro importado que ganhei do papai como prêmio por passar no vestibular e desfilo pelos corredores portando as últimas notícias futebolísticas. Tenho aula de filosofia, política, ética, direito, religião, mas apesar de não entender uma palavra do que falam e não me preocupar em ler aquelas absurdas quatro páginas que o professor pediu, sei que tudo isso não adicionará nenhum zero em minha conta bancária e por isso vou faltar hoje, afinal a prova final é com consulta, em dupla.
Finalmente a formatura. Minha família chorando de alegria vendo o filho receber um canudo e ser agraciado com o título de bacharel. Sou o primeiro da linhagem a alcançar tamanho sucesso. Meu currículo não é dos melhores, algumas reprovações atrasaram meus planos, mas nada que papai não resolva com aqueles amigos dele.
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domingo, 12 de setembro de 2010

ONDE ANDARÁ O MEU DOUTOR ?

(Autor Desconhecido)

Texto recebido da escritora Glenda Maier, que o enviou com o seguinte comentário : "Quero compartilhar um texto recebido de autor desconhecido que gostaria que chegasse ao maior número possível de médicos, para que eles se lembrem sempre da razão pela qual se tornaram médicos e para agradecer profundamente a todos aqueles que,independentemente  das dificuldades, ainda são "o meu Doutor" ! 

doutor_terror

Hoje,  acordei sentindo uma dorzinha. Aquela dor sem explicação e uma palpitação! Resolvi procurar um doutor. Fui divagando pelo caminho. Lembrei daquele médico que me atendia vestido de branco e que para mim  tinha um pouco de pai, de amigo e de anjo. Meu doutor, que curava a minha dor! Não apenas a do meu corpo, mas a da minha alma. Que me transmitia paz e calma.

Chegando à recepção do consultório, fui atendida com uma pergunta:
- "Qual o seu plano?
- O meu plano? Ah! O meu plano é viver mais e feliz. É dar sorrisos, aquecer os que sentem frio e preencher esse vazio que sinto agora!
Mas, a resposta teria que ser outra! O "meu plano de saúde"! Apresentei o documento do dito cujo,  já meio suado tanto quanto o meu bolso. E aguardei. Quando fui chamada, corri apressada. Ia ser atendida pelo doutor, ele que cura qualquer tipo de dor. Entrei e o olhei. Me surpreendi! Rosto trancado, triste e cansado. Será que ele estava adoentado?..

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"ONDE ANDARÁ O MEU DOUTOR”