domingo, 31 de outubro de 2010

sábado, 30 de outubro de 2010

O PODER DAS PERGUNTAS

Prof. Adriano Ferraz Cese 
PALAVRAS PODER
email enviado por Ana Maria

As perguntas são as respostas

Nossas perguntas determinam nossos pensamentos. A velocidade do processo de pensar é muito maior que a velocidade da luz e nossos cientistas ainda hoje estão desvendando esse mecanismo, mas uma coisa é certa :  fazer e responder perguntas leva racionalmente nossos pensamentos numa direção com foco determinado.

Quando fazemos perguntas fortalecedoras, perguntas de qualidade, certamente criaremos uma vida de maior qualidade. As perguntas certas no momento certo são o laser da nossa percepção, nos fazem pensar de forma diferente, de perceber formas singulares de soluções até então camufladas. As respostas aos nossos anseios e inquietudes, já estavam conosco o tempo todo arquivadas em gavetas secretas que não seriam abertas se não fossem feitas as perguntas certas.

Diz um provérbio que “aquele que faz perguntas não pode evitar as respostas”. São elas que nos possibilitarão enxergar novas facetas da mesma realidade e o mais importante de tudo, mudar o significado dos eventos que ocorrem em nossas vidas. Anthony Robbins, o maior coach do mundo declara:  “Não é o que nos acontece, mas o significado que damos ao que nos acontece que realmente importa”.

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Não são os acontecimentos que moldam sua vida e determinam como você se sente, mas sim a maneira como você interpreta e avalia suas experiências de vida. Quando você percebe um significado fortalecedor em um evento que ocorreu com você é notório que irá determinar  sua forma de decisão e suas ações a serem tomadas. É a partir da realização de um primeiro passo e tomando uma decisão que seu destino é mudado.

“O homem não é a criatura das circunstâncias. As circunstâncias é que são criaturas do homem.” Benjamin Disraeli

Há três decisões que você toma a cada momento de sua vida que controlam seu destino:
1. Suas decisões sobre o que focalizar;
2. Suas decisões sobre o que as coisas significam para você e como se sentirá;
3. Suas decisões sobre o que fazer para criar os resultados que deseja.

As perguntas habituais que você faz a si próprio são um dos elementos do sistema cerebral para tomada de decisões.

Você tem que compreender que pensar é  mais que o processo de fazer e responder perguntas. Portanto, se queremos mudar a qualidade de nossas vidas, devemos mudar nossas perguntas habituais. Essas perguntas dirigem nosso foco e assim como pensamos e sentimos.

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“Sempre há bela resposta a quem faz um pergunta ainda mais bela” .

E como as perguntas funcionam?
As perguntas realizam três coisas específicas:
1. As perguntas mudam imediatamente o que focalizamos e, em conseqüência como sentimos;
2. Perguntas mudam o que suprimimos. Se você se sente triste, só há um motivo: é porque está suprimindo todas as razões que pode ter para se sentir bem;
3. As perguntas mudam os recursos à nossa disposição.

Tudo o que precisamos fazer é criar uma pergunta melhor e assim, termos uma resposta melhor. A vida não passa de um jogo, onde todas as respostas existem. Você só precisa encontrar as perguntas certas para vencer.

Perguntas para conduzir a uma decisão:
1. Qual a pior coisa que poderia acontecer se você fizesse isso?
2. Qual a melhor coisa que poderia acontecer se você fizesse isso?
3. Qual a pior coisa que poderia lhe acontecer se você não fizesse isso?
4. Qual a melhor coisa que poderia lhe acontecer se você não fizesse isso?

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Perguntas para conduzir a ação:
1. O que você quer?
2. Quais outras opções você tem?
3. O que essa meta proporcionará para você?
4. O que é importante para você sobre isso?
5. Do que você está disposto a desistir para realizá-la?
6. O que você não está disposto a mudar?
7. O que você pode fazer para gerar significado?
8. O que poderia gerar um ímpeto significativo para você agir?

Perguntas para caso a pessoa não consiga o resultado desejado na execução:
1. O que você aprendeu a partir disso?
2. O que você faria diferente da próxima vez?

Prof. Adriano Ferraz Cese
www.focusdesenvolvimento.com.br

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Á MESA, COM OS MESTRES

Colaboração do jornal "O Garimpo"
Muitos escritores, dramaturgos e poetas, que entraram para a história por seu talento com as palavras, deixaram registros claros de seus hábitos à mesa nas próprias obras. Alguns deles tornaram público o apetite voraz e o apreço por um bom prato :
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Monteiro Lobato ( 1882/1980)
Caipira de corpo e alma, o criador da boneca Emília apreciava a culinária do interior brasileiro a ponto de imortalizá-la em seus livros. Até hoje, quem pensa no Sítio do Picapau Amarelo , quase sente o cheiro dos bolinhos de chuva preparados por Tia Anastácia. A receita existia de verdade e fazia parte do caderno de sua mulher, dona Purezinha.

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Mário de Andrade (1893/1945)
O escritor registrou na obra "O Turista Aprendiz" boa parte de seus interesses gastronômicos. Viajando por Minas Gerais, Amazonas e Nordeste, teve contato com receitas típicas. Os doces, no entanto, eram seu ponto fraco. A receita de BATATA ROSADA está entre as 131 anotadas em um caderno.

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Gilberto Freyre (1900/1987)
O autor de "Açúcar", "Casa Grande e Senzala" era bom de garfo e reconhecia as tradições culinárias como um dos aspectos mais fundamentais da cultura de um povo. Frequentava endereços chiques, mas a lista de seus pratos prediletos mostra que ele gostava mesmo era das receitas populares, como cozido de charque e legumes.

Vinicius de Moraes
Vinícius de Moraes(1913/1980)
O poetinha não era só bom de versos. Era ótimo também no forno e no fogão. Craque no improviso, recolhia o que havia na geladeira e acabava deixando os amigos surpresos. Também sabia fazer feijoada. A receita, colocou inteirinha nos versos de "Feijoada á Minha Moda", em 1962. Seu talento culinário maior, no entanto, era o preparo de doces - ainda na adolescência, gostava de fazer balinhas à base de ovo e açúcar. A receita predileta era a de papos-de-anjo. Quem conhece "Carta ao Tom", de 1964, deve se lembrar.
( Revista Aventuras na História nº 76, Novembro 2009 ) _____________
O jornal O Garimpo é editado por Cosme Custódio da Silva . Endereço : Rua dos Bandeirantes, 841/301 - Matatu - Salvador - Bahia - CEP 4060.001 - putzgrilla@oi.com.br  

terça-feira, 12 de outubro de 2010

10 COISAS QUE AS ESCOLAS NÃO ENSINAM


Stephen Downes
Email enviado pelo site da CEPEC  
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Lição 1. Como prever as consequências
A frase mais comum depois de um desastre é "nunca imaginei"...
O fato é que a maior parte das pessoas tem muita dificuldade em prever as consequências das suas ações e as escolas parecem jamais ter pensado em ensinar como melhorar esse aspecto. Prever as consequências é parte ciência, parte matemática. É a habilidade de criar um modelo mental de uma sequência de eventos.
O problema é que em geral a gente confunde a previsão com o desejo e aí tudo fica muito complicado. Prever é avaliar o passado, reunir informações sobre o presente e, muitas vezes, brincar de estatística para responder a perguntas do tipo: que chances eu tenho de saltar de uma altura de 3 metros e sobreviver, são e salvo?

Lição 2. Como ler corretamente
Ao contrário do que você imagina, ler bem não tem nada a ver com ler literatura. Ler tem a ver com olhar para um texto e realmente entender o que está sendo dito (isso também vale para áudio e vídeo, é claro!) e compreender o que, embora não esteja expresso, é parte integrante do texto. Ler na entrelinhas, intuir o contexto, isso é LER.

Lição 3. Como distinguir fatos e ficção
Questionar o que que está sendo dito, aquilo que você lê ou vê na TV é uma ferramenta fundamental para viver num mundo onde todo mundo tem uma opinião sobre todas as coisas e essa opinião muitas vezes é apresentada como se fosse a verdade absoluta.

Lição 4. Como criar empatia com os outros Muita gente vive no seu próprio mundinho fechado. Nem sempre isso é um problema, mas reconhecer que existem outras criaturas que compartilham nossos espaços e caminham ao nosso lado e que essas pessoas eventualmente também estão vivendo em seus mundinhos fechados é fundamental para a sobrevivência, a sua e, quem sabe até a de todos. Isso vai impedir você de assumir que todos os outros seres são iguais a você. E, ainda mais importante, reconhecer essa presença faz desse outro uma fonte surpreendente e fértil de conhecimentos, inspirações e novas idéias.
Lição 5. Como ser criativo
Acredite, todo mundo pode ser criativo. Nossa espécie é feita para ser assim. Com um pouco de prática você pode ficar muito bom nisso. Criatividade não nasce do nada. Em geral, ela surge como resposta a algum problema. Um bom jeito de exercitar a sua criatividade é procurar problemas que precisem ser resolvidos, coisas que merecem respostas, necessidades que precisam ser satisfeitas. Escreva sobre essas coisas que você vai encontrando por aí, quem sabe num blog?

- Para saber o que Stephen Downes diz ainda sobre  comunicar -se com clareza, aprender,  manter-se saudável, valorizar a si mesmo, dar sentido à vida ,
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10 COISAS QUE AS ESCOLAS NÃO ENSINAM

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Downes é um especialista canadense em educação e e-learning. Ele criou um blog especialmente dedicado para discutir as coisas que as escolas não ensinam e que são, na verdade, fundamentais.- http://stephendownes.com/.