sexta-feira, 5 de novembro de 2010

AS MAIS FAMOSAS MAGRICELAS DA HISTÓRIA

 Autor Desconhecido

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O fato de só ter sido diagnosticada no século passado, não quer dizer que a anorexia não tenha existido antes. Em seu livro "As Indomáveis", as psicanalistas francesas Ginette Raimbault e Caroline Eliacheff fazem um mergulho histórico na doença através de alguns casos famosos.
Um deles é o da imperatriz austríaca Sissi, considerada uma das mais belas mulheres européias do século 19.
A imperatriz tinha uma obsessão: jamais ultrapassar 50 quilos, embora fosse um mulherão de l,72 de altura. Ela fez do corpo sua ocupação central. Impos-se regimes draconianos e intensa ativiidade física, incluindo longas caminhadas que deixavam suas damas de companhia de língua de fora.
As psicanalistas mencionam também a filósofa e militante política Simone Weil, nascida na França em 1909. Ela sofria de terríveis enxaquecas, o que lhe servia de desculpa para não comer durante vários dias. Apesar disso, sua atividade era intensa : dava aulas para mineiros, participava de movimentos sindicais e escrevia para jornais militantes. magra2
Santa Catarina de Siena, que viveu no século XIV, também era uma anoréxica convicta. Conta-se que ela permanecia em longos jejuns místicos e, quando comia algo, estimulava o vômito enfiando um talo de erva-doce ou uma pena de ganso na garganta.
Mais recentemente, a anorexia bulímica também causou transtornos na vida das atrizes Jane Fonda e Margaux Hemingway, entre outros.
A cantora Karen Carpenter, que ao lado do irmão Richard integrava a dupla pop "Carpenters" foi achada morta em sua casa, em 1983, segundo consta, vítima de anorexia e bulímia.
Mas o caso mais famoso entre celebridades ainda é da ex-princesa Diana, da Inglaterra.. As crises mais intensas da doença ocorreram enquanto durou seu desastroso casamento com o Principe Charles.
Muitas vezes Diana foi surpreendida, a altas horas, atacando a geladeira do Castelo de Windsor para depois vomitar tudo o que comia. A família real não conseguia entender como aquela mulher glutona mantinha-se sempre esbelta.
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Para as psicanalistas Raimbault e Eliacheff, aspirar à santidade no século 14 ou à magreza no século 20 dá na mesma : o desejo da anoréxica de desafiar o transcender a realidade física é muito semelhante ao dos místicos.
( Extraído da Revista Globo Ciência nº 70 )
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Saiba mais em : 
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2005/02/050201_bulimiadtl.shtml  e  http://www.lustosa.net/noticias/65217.php

2 comentários:

  1. Essa coisa de magreza. Não sei dizer, se ela enfeita ou desbota a beleza. Mas, o seu blog é muitissimo interessante.Gostei demais. estou cá, lhe convidando a visitar o meu, e se possivel seguirmos juntos por eles Estarei grato esperando por vc, lá
    www.josemariacostaescreveu.blogspot.com

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