quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Vem Chegando A Primavera

 Flora Figueiredo
http://www.revista.agulha.nom.br/florafigueiredo.html

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Destampo o silêncio, recolho o recato,escondo meus medos embaixo da sola do
sapato.
Guardo o calmante no armarinho, dobro o resguardo,afrouxo o botão do colarinho.
Ponho pra quarar meu  coração, desidr
atado de tanto chorar.
Varro a calçada das dores de antigas madrugadas, abro a porta da frente.
Se alguém tiver um sorriso pra me dar, por favor, que venha.
Limpe os pés e se apresente.

(enviado por Lina ..)
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Com esse texto de Flora Figueiredo, enviado pela amiga Lina, encerramos as postagens desse ano. A propósito do texto, desejo a você um Ano realmente Novo , sem medos, com muitos sorrisos e perenes primaveras.
Beijos ,Antonio

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

UMA QUESTÃO DE SENSIBILIDADE

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Marcial Salaverry
http://www.prosaepoesia.com.br/index.asp

Penso que todos nós temos um lugar especial em nosso "álbum de recordações" para alguém que marcou nossa infância, que por algum motivo especial se transformou em um de nossos "ídolos" . Um desses ídolos de minha infância (que ficou bem longe...) foi alguém pouco conhecido. Não sei se alguém já ouviu falar em Sir Charles Chaplin... Carlitos, alguém conhece?

Descobri uma citação desse rapaz, muito bonita por sinal, vejam:  "As melhores e as mais lindas coisas do mundo não se podem ver nem tocar, elas devem ser sentidas com o Coração. "

De fato... ninguém jamais conseguiu tocar em Deus ... mas sem nenhuma sombra de dúvida, Ele figura entre as melhores amizades que poderemos ter. Nós vemos e sentimos sua presença em nosso interior... com nosso coração e nossos sentimentos, mas nunca conseguimos, nem conseguiremos tocá-lo com nossas mãos. CONTINUE LENDO UMA QUESTÃO DE SENSIBLIDADE

( Enviado por Lina )

Amigos : 
Espero que o Natal de todos vocês também tenha sido especial, com muita paz, saúde e amigos. E que o espírito de Natal perdure por todo o Ano que virá.  Obrigado pela força. 
Antonio 

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

“As pessoas e a música”

Autor Desconhecido.

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Você já experimentou comparar pessoas com músicas?

Elas entram na vida da gente e deixam sinais.
Como a sonoridade do vento ao final da tarde, como os ataques de guitarras e metais presentes em cada clarão da manhã.
Olhe a pessoa que está ao seu lado e você vai descobrir, olhando fundo, que há uma melodia brilhando no disco do olhar.
Procure escutar!
Pessoas foram compostas para serem ouvidas, sentidas, interpretadas.
Para tocarem nossas vidas com a mesma força do instante em que foram criadas.
Para tocarem nossas vidas com a magia de serem músicas e de poderem alçar todos os vôos, de vibrar com as notas...
Pessoas com quem você convive ou buscam mesmo que não estejam nas paradas de sucesso...
Pessoas que toquem apenas o seu coração!

(enviado por Célia)

sábado, 18 de dezembro de 2010

Quando Surge Um Amor

© Lenise Resende

Quando um amor surge em nossa vida, nem sempre percebemos de imediato. Podemos ficar desconcertados, desconfiados ou estar descrentes. Nem sempre sabemos recebê-lo bem, nem sempre comemoramos. Podemos até dizer: - Puxa! Justamente agora?

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Algumas vezes nos achamos mal fisicamente ou emocionalmente, ou sem tempo. E, isso, pode ser verdade ou uma desculpa para adiar o que nos dá medo. Nem sempre tratamos bem o amor que chega. Fazemos exigências, perguntas, testes, birras. Outras vezes sumimos, calamos, esquecemos ou fingimos esquecer o que devia ser lembrado. E maltratamos quem nos quer bem.

Quando um amor surge em nossa vida, podemos estar cansados de esperar por ele. Podemos, até, ficar decepcionados porque, a aproximação, pode nos mostrar defeitos que amor456não percebíamos ou não nos incomodavam. Podemos achá-lo apressado, impaciente, querendo pular etapas necessárias ao conhecimento. Podemos achá-lo desinteressado, achando que nos conhece tanto que não precisa mais prestar atenção.

Quando um amor chega, nem sempre fica. Nem sempre vem com malas e bagagens, traz apenas o necessário para uma breve permanência. Apenas nos acorda para a vida ou, nos prepara, para um novo amor, que vem pra ficar.

(http://www.lendoerelendo.com )  
Enviado por Gabriel 

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

DECLARAR AMOR

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Autor Desconhecido

Demonstrar o amor é uma forma de deixar a vida transbordar dentro do próprio coração.

A maioria das pessoas estabelece datas especiais para manifestar o seu amor pelo outro: é o dia do aniversário, o natal, o aniversário de casamento, o dia dos namorados. Para elas, expressar amor é como usar talheres de prata: é bonito, sofisticado, mas somente em ocasiões muito especiais.

E alguns não dizem nunca o que sentem ao outro. Acreditam que o outro sabe que é amado e pronto. Não é preciso dizer.

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Conta um médico que uma cliente sua, esposa de um homem avesso a externar os seus sentimentos, foi acometida de uma supuração de apêndice e foi levada às pressas para o hospital.

Operada de emergência, necessitou receber várias transfusões de sangue sem nenhum resultado satisfatório para o restabelecimento de sua saúde.
O médico, um tanto preocupado, a fim de sugestiona-la, lhe disse: 
- Pensei que a senhora quisesse ficar curada o mais rápido possível para voltar para o seu lar e o seu marido.
Ela respondeu, sem nenhum entusiasmo:
- O meu marido não precisa de mim. Aliás, ele não necessita de ninguém. Sempre diz isto.

Naquela noite, o médico falou para o esposo que a sua mulher não queria ficar curada. Que ela estava sofrendo de profunda carência afetiva que estava comprometendo a sua cura.
A resposta do marido foi curta, mas precisa:
- Ela tem de ficar boa.

Finalmente, como último recurso para a obtenção do restabelecimento da paciente, o médico optou por realizar uma transfusão de sangue direta.
O doador foi o próprio marido, pois ele possuía o tipo de sangue adequado para ela.
Deitado ao lado dela, enquanto o sangue fluía dele para as veias da sua esposa, aconteceu algo imprevisível.

O marido, traduzindo na voz uma verdadeira afeição, disse para a esposa:
- Querida, eu vou fazer você ficar boa.
- Por que? Perguntou ela, sem nem mesmo abrir os olhos.
- Porque você representa muito para mim.
Houve uma pausa. O pulso dela bateu mais depressa. Seus olhos se abriram e ela voltou lentamente a cabeça para ele.
- Você nunca me disse isso.
- Estou dizendo agora.

Mais tarde, com surpresa, o marido ouviu a opinião do médico sobre a causa principal da cura da sua esposa.
- Não foi a transfusão em si mesma, mas o que acompanhou a doação do sangue que fez com que ela se restabelecesse. As palavras de carinho fizeram a diferença entre a morte e a vida. 
( Enviado por Sílvia ) 

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

PRETINHO BÁSICO

Fonte : Revista Veja

O "pretinho básico" que Chanel criou em 1926: modelito chegou, foi visto e venceu 

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Preto é aposta certa desde o início do século XVIII, quando a indumentária masculina urbana, especialmente na Inglaterra, ganhou a sobriedade que até então se restringia ao círculo dos pastores protestantes e dos militares. A razão do fenômeno é socioeconômica. Os tons escuros e as modelagens menos bufantes eram mais uma forma de os burgueses, a classe em ascensão, marcarem sua diferença em relação à aristocracia que teimava em cultivar o espalhafato das rendas e dos frufrus. Foi assim que o preto se tornou a cor dos cavalheiros vetustos, sendo depois incorporado ao guarda-roupa dos dândis, os janotas que começaram a ditar a moda a partir de meados do século XIX.
No armário das mulheres, porém, o preto ainda continuaria a ser por muito tempo símbolo de luto, e só. O preto, no Ocidente, foi associado a rituais fúnebres como renúncia à ostentação material. Para expressar tristeza, os privilegiados abriam mão durante um certo período de usar seus tecidos coloridos, inacessíveis aos pobres. Até o século XVIII, os pigmentos usados para tingir eram caríssimos, motivo que levou a que as cores vibrantes, como o dourado e o vermelho, fossem vistas como sinal de poder e opulência. Essa aura permaneceu no universo feminino até o início do século XX, cultivada também por aqueles senhores que adotaram o preto para si próprios. Afinal de contas, para um burguês bem-sucedido, nada como uma esposa ricamente trajada – e colorida – para mostrar quão polpuda era sua conta bancária. O preto só entraria para o dia-a-dia feminino com a chegada das mulheres ao mercado de trabalho e sua conseqüente emancipação social e política.
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Essa revolução tem seu eixo na figura de Gabrielle "Coco" Chanel, a estilista francesa que inventou quase tudo o que é moderno e elegante no figurino feminino atual. Foi ela a aposentar definitivamente os vestidões compridos e armados. A palavra de ordem de Coco Chanel era conforto e praticidade, conceitos que se casavam à perfeição com as necessidades da nova mulher. Ela apresentou ao mundo seu modelito curto, reto, simples e preto nas páginas da revista Vogue, em 1926. Quase instantaneamente, o "pretinho básico" virou o uniforme da mulher chique. Nas décadas seguintes, o preto ganharia dose extra de glamour por obra e graça das estrelas de cinema. Entre elas, Audrey Hepburn, a atriz capaz de emprestar elegância até a um saco de batatas. Audrey fez dele seu tom de roupa favorito e, num longo de alças, tirou o fôlego da audiência em Bonequinha de Luxo.
Outros exemplos? A estonteante Rita Hayworth, cantando com voz rouca no papel de Gilda, começou e terminou nas luvas um memorável ensaio de strip-tease – não mexeu no ultra-sexy longo negro (com detalhe abaixo do busto para esconder a gravidez). A loiríssima Anita Ekberg, de preto, inesquecível, banhou-se na Fontana di Trevi em La Dolce Vita. E não há vestido menos fúnebre do que o usado pela Morticia de Anjelica Huston na versão modernosa de A Família Addams. Com tanto estímulo, não espanta que a maioria das mulheres ainda prefira o preto. Afora todos os motivos elencados até agora, ele disfarça marcas de uso prolongado. Um vestido escuro, como sabem as mais econômicas, demora a ficar com aspecto de coisa velha.
 Por isso, adeptas do preto, não se deixem levar pela conversa de que as cores vibrantes só servem para realçá-lo. Experimentem um caramelo aqui, um carmim acolá e outras tonalidades que virem nas vitrines. Nada grave. Mas encarem isso apenas como uma "pulada de cerca". Seu companheiro fiel, seguro e para toda a vida, não esqueçam em nenhum momento, será sempre o preto. ( Extraído da Revista Veja nº 1642 )

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Cachorro Velho


Autor Desconhecido

Enviado por Bete

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Uma velha senhora foi para um safari na África e levou seu velho vira-lata com ela.
Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta de que
estava perdido.
Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço ..
O cachorro velho pensa:
-'Oh, oh! Estou mesmo enrascado !
Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador
Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto:
 
-Cara, este leopardo estava delicioso ! Será que há outros por aí ?
Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira na direção das árvores.
-Caramba! pensa o leopardo, essa foi por pouco ! O velho vira-lata quase me pega!
Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que vira: em troca de proteção para si, informaria ao predador que o vira-lata não havia comido leopardo algum...
E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa:
-Aí tem coisa!
O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo.
O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz:
-'Aí,macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que acontece com aquele cachorro abusado!'
Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa:
-E agora, o que é que eu posso fazer ?
Mas, em vez de correr ( sabe que suas pernas doídas não o levariam longe...) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz:
-' Cadê o safado daquele macaco? Tô morrendo de fome! Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e não chega nunca! '

Moral da história: não mexa com cachorro velho... idade e habilidade se sobrepõem à juventude e intriga. Sabedoria só vem com idade e experiência.