sábado, 29 de janeiro de 2011

Ser Ignorado

Autor Desconhecido 

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A maior dor na vida não é morrer, mas ser ignorado. É perder alguém que nos amava e que depois deixou de se importar. 

É sermos deixados de lado por quem tanto nos apoiava. É constatar que esses  são os resultados das nossas negligências.

A maior dor na vida não é morrer, mas ser esquecido.
É ficar sem um cumprimento após uma grande conquista.

É não ter um doce amigo telefonando só prá dizer "olá".
È ver a indiferença num rosto quando abrimos nosso coração

O
que muito dói na vida  é ver aqueles que foram nossos  amigos sempre  muito ocupados  quando precisamos de alguém para nos consolar e ajudar a reerguer o nosso espírito.

É quando parece que  nas aflições sobramos somente nós , nos importando com nossas tristezas.  Muitas dores nos afetam, mas isso pode não ser tão pesado se formos mais presentes e atenciosos.

Cada um de nós tem um papel para desempenhar no teatro  que chamamos
vida
Cada um de nós tem  o dever de dizer ao outro que o  amamos.

Se você não se importa  com seus companheiros de jornada,  você não será punido  apenas acabará simplesmente  ignorado...  esquecido...

 exatamente como faz com eles...

(enviado por Silvia)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

p e r g u n t a r n ã o o f e n d e

O post de hoje é uma pergunta enviada por um leitor  do excelente Spam Zine, de saudosa lembrançaO leitor Maurício Svartmanpergunta:

"Caros spamzínicos,
Acometeu-me uma dúvida cruel: naqueles testes de medições de calorias perdidas por hora de exercício físico, como é medido o esforço utilizado em um beijo? Por que dados comprovam que a cada minuto de beijo se perde 12 calorias. Mas que tipo de beijo é esse? E onde ele é dado? E como eles fazem, pesam a pessoa antes e depois do beijo, ou observam quantas gotas de suor surgiram na cútis da cobaia utilizada?"

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O menino que queria encontrar-se com Deus

Autor Desconhecido

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Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente. Um dia, encheu sua mochila com pastéis e guaraná, e saiu para brincar no Parque.

Quando ele andou umas 3 quadras, encontrou um velhinho sentando em um banco da praça olhando os pássaros. O menino sentou-se junto a ele, abriu sua mochila, e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel. O velhinho muito agradecido, aceitou, e sorriu ao menino.

Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo; então ele ofereceu-lhe seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava tão feliz! Ficaram sentados ali, sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde, sem falarem um ao outro.

Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho. Aí o velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.

Quando o menino entrou em casa, sua mãe, surpresa ao ver a felicidade estampada em sua face, perguntou:
- O que você fez hoje que te deixou tão feliz assim?

Ele respondeu.
- Passei a tarde com Deus – e acrescentou – Sabe, Ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi!

Enquanto isso, o velhinho chegou em casa com o mais radiante sorriso na face, e seu filho perguntou:
- Por onde você esteve que está tão feliz?

E o velhinho respondeu:
- Comi pastéis e tomei guaraná no parque com Deus.

Antes que seu filho pudesse dizer algo, falou:
- Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava?

( enviado por Rose Arruda )

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Bom para o corpo e para o espírito


Marco Aurélio Merguizzo

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O hábito de tomar café, associada à confraternização e a encontros sociais, culturais e artísticos, acontece desde o século XV. As kaveh kanes de Meca, além de serem locais para reza e meditação, também eram onde os muçulmanos passavam tardes inteiras conversando e ouvindo música.

As cafeterias árabes ficaram famosas no Oriente pelo seu luxo, suntuosidade e pelos encontros que proporcionavam entre os comerciantes que ali fechavam negócios.

No velho Mundo, o café ganhou definitivamente o gosto dos europeus, principalmente os italianos, a partir de 1615. Especialmente em Veneza, o hábito de tomar café esteve associado a encontros sociais e aos saraus musicais que ocorriam na alegre Botteghe del Caffe, também um dos endereços que mais difundiu a prática da torrefação e moagem do café. Já no restante da Europa, o espírito e a filosofia dos cafés também foi ganhando novas fronteiras.

A Áustria, por exemplo, foi "presenteada" pelos turcos com várias sacas de café, em 1687. Na verdade, os invasores abandonaram uma grande quantidade de grãos às portas de Viena, após uma tentativa frustrada de conquista. Este valioso "presente de turco" foi aproveitado prontamente pelos austríacos, que acabaram inventando e consagrando o famoso café vienense.

Os cafés desenvolveram-se na Europa durante o século XVII, enquanto florescia o Iluminismo e se planejava a Revolução Francesa. Durante tardes inteiras, jovens reuniam-se ao redor de xícaras de café, discutindo o destino das nações, declamando poemas, lendo livros ou simplesmente passando o tempo.

Assim, os cafés se tornaram o ponto-de-encontro preferido de escritores, políticos e artistas europeus. Na França, onde o café surgiu pela primeira vez em Marselha, em 1644, e, em Paris, anos depois, há relatos de um "siciliano de nome Procópio que abriu um estabelecimento em 1688 em frente à Comédie-Française - o Procope, que funciona até hoje na capital francesa - tornou-se o local de encontro de atores e escritores e célebre salão literário". Voltaire, habituée deste e do Regencia Café, tomava ali, enquanto planejava a Revolução Francesa ao lado dos iluministas Rousseau, Diderot e Condorcet, uma "mistura de café com chocolate", que seria um aparentado da atual receita do capuccino.

Continue lendo esse texto  em "Delícias, Sabores e Segredos do Café " ( Extraído do blog Azul Caudal , do amigo Sammis Reachers,  http://azulcaudal.blogspot.com )

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O encontro de dois oceanos

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Claúdio Fragata Lopes

Jatalud-Din Rumi, também conhecido como Maulana, foi um dos maiores poetas místicos de toda a tradição persa e árabe.

Além de legar milhares de poemas, ele inspirou a ordem mística Mevlevi, integrada pelos Dervixes Girantes, cuja dança rodopiante e hipnótica é  baseada no movimento dos planetas em torno do Sol.

Seguindo os passos do pai, o mestre espiritual Baha'ud-Din Walad, Rumi tornou-se um grande mestre, seguido por centenas de discípulos.

Aos 37 anos, um acontecimento fez com que sua vida ganhasse, uma outra dimensão: o destino colocou-o diante de Shams de Tabriz , um sábio como ele, com quem manterá um dos mais profundos relacionamentos místico-amorosos de que se tem notícia.

Os dois isolaram-se num retiro de 40 dias, no mais rigoroso jejum, permanecendo, desde então, espiritualmente irmanados. A comunhão estabelecida fugia do padrão mestre-discípulo, pois ambos eram sábios, ficando conhecida na tradição islâmica como o "encontro de dois oceanos".

Rumi abandonou seus discípulos, ocupando-se em dialogar apenas com o "amigo perfeito", com quem passou a dividir sua casa.

Rumi encontrou Shams de Tabriz em 1244 e permaneceram juntos até 1247, quando Shams desapareceu. Há versões de que tenha sido assassinado por discípulos de Rumi, ciumentos da ascendência que ele exercia sobre seu mestre. Foi para Shams que o poeta dedicou a maior parte de seus versos, e o fez movido pela dor da separação.

Então Rumi desenvolveu o "sama", dança que leva ao êxtase, onde o dançarino gira em torno de si , e , ao mesmo tempo, em volta de um centro imáginario, imitando o movimento de rotação e translação dos planetas em torno do Sol.

Foi assim, em transe místico induzido pela dança rodopiante, que ele compôs os mais de 5 mil poemas do "Divan de Shams de Tabriz".

Saiba mais em  http://projetophronesis.wordpress.com/2009/04/11/o-encontro-de-dois-oceanos-jalal-ud-din-rumi-e-shams-de-tabriz.  

Conheça alguns dos belos poemas de Rumi em
http://parandham.spaces.live.com/blog/cns!81C56BB75BE14F09!251.entry e em http://rosacruzes.blogspot.com/2010/08/jalal-ud-din-rumi.html

(Fonte:  Claúdio Fragata Lopes, Quando Dois Oceanos Se Encontram, Revista Globo Ciência nº 70 )  

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Perfil

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A saga de James Bond começou em 1953 pelas mãos do escritor inglês Ian Fleming. Sua vida foi cheia de altos e baixos: filho único,ainda na infância aprendeu a falar francês e alemão, mas aos 11 anos perdeu os pais em um acidente. Foi morar com uma tia que o colocou no tradicional Eton College,  na Inglaterra, de onde foi expulso depois de flagrado em atitude suspeita com uma criada. Foi então para Fettes, antigo colégio na Escócia e finalmente para a Universidade de Cambridge.

Ao sair de lá, um amigo de seu pai o recomendou para o Ministério da Defesa. Após destacadas missões na Segunda Guerra, começou a carreira no MI6,o Serviço Secreto Britânico. Seu desempenho foi tão bom que em dois anos conseguiu o duplo zero, que lhe dá permissão para matar .

Seu chefe M, vive a ponto de perder a paciência com Bond, mas Moneypenny, secretária de M, sempre dá um jeito de encobrir alguns possíveis deslizes de seu agente predileto.

Apesar de inabalável e infalível, o agente é um solitário. Mora sozinho com sua empregada,May, em um pequeno apartamento em Chelsea, Londres.
É um apreciador do sexo feminino. Gosta de todas: mocinhas, vilãs, loiras, morenas, ruivas,negras, orientais. Todas igualmente, com exceção feita à condessa Teresa de Vicenzo, italiana com quem se casou e era totalmente apaixonado. Teresa foi assassinada a caminho da lua-de-mel, pela Spectre, a agência de crime organizado que aparece em vários filmes dele.

Muito de James Bond vem da experiência pessoal de Fleming, que ,na Segunda Guerra foi oficial da Marinha e destacado para o Serviço de Inteligência Britânico.

Mas o herói de Fleming foi muito além. Bonito, charmoso, galante,um pouco cínico, um tanto cético, elegante, só usa mocassim, apreciador de martini ( batido, não mexido) e champagne,fumante, tem muita sorte no jogo.

Bond dirige qualquer tipo de carro, tanque de guerra, avião, helicóptero,barco, submarino, motocicleta, snow board, trenó e outros. É pára-quedista, luta esgrima, karatê e exímio atirador de facas. Sua pistola nunca falha e não há mulher que não acabe na cama com ele. 

Saiba mais em http://lazer.hsw.uol.com.br/james-bond.htm  e em  http://almanaquevirtual.uol.com.br/almanaque.php?id=5380

(Conceição Lourenço,  "Tudo O Que Eles Queriam Ser", Revista Uma, nº 28)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Frase

A capacidade pouco vale sem oportunidade”.
(Napoleão Bonaparte)

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Napoleão
, foi imperador da França  de 1804 a 1815
Saiba mais sobre
Napoleão(Enviado por Sonia Aguiar , http://www.farmaciadepensamentos.com )
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Aproveito a oportunidade, para desejar a todos um ótimo ano e agradecer às visitas e comentários durante o mês de novembro ,  dos seguintes amigos , cujos blogs e sites recomendo :

- Ana , do blog Letras Proibidas. Escritos Variados Sobre Qualquer Coisa. Textos variados e principalmente poesia .
http://www.letrasproibidas.blogger.com.br/

- lucidreira , do blog do Lu Cidreira - Informações e dicas diversas . http://lucidreira.blogspot.com/

- Vanna - do blog Reflexões e Opiniões - Ótimas crônicas e depoimentos da própria Vannahttp://minhasreflexoeseopinioes.blogspot.com.

- Fatima - do blog Viver É Afinar o Instrumento - Textos diversos, poemas, letras de música  -  http://vivereafinaroinstrumento.blogspot.com/

- José María Souza Costa - Blog do José Maria Costa - Crônicas, reportagens, poemas -  http://www.josemariacostaescreveu.blogspot.com

- Magno Oliveira  - Folhetim Cultural - Reportagens e textos diversos 
http://informativofolhetimcultural.blogspot.com