segunda-feira, 25 de junho de 2012

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SOLIDÃO

SOLIDAO Ainda que o isolamento físico contribua para a sensação de solidão, ela é muito mais do que isso. Podemos estar casados,ter uma família numerosa ou estar no meio de uma multidão e, ainda assim,sentirmo-nos sozinhos.

A solidão é uma condição psicológica caracterizada por uma profunda sensação de vazio.É um estado adverso que,do ponto de vista evolutivo,nos motiva a mudar - a procurar companhia.

Assim,a sensação de isolamento tem efeito semelhante ao da dor ou da fome. O desconforto que a solidão provoca foi uma das forças que nos impeliram a procurar a vida gregária,a preservar o corpo social - imprescindível para a nossa sobrevivência e prosperidade.

Nos primórdios da espécie humana,sobrevivemos apenas porque nos mantivemos em bando,o que garantia a proteção mútua. ( John Cacioppo, in "A Solidão que nos protege", entrevista para Giuliana Bergamo,revista Veja,nº 2224,pg. 94)

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O QUINTO DOS INFERNOS

QUINTODOSINFERNOS Durante o século 18,o Brasil Colônia pagava um alto tributo para Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção.

Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto". Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro.O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros que, quando se referiam a eles diziam..."O Quinto dos Infernos".E isso virou sinônimo de tudo que é ruím.

A Coroa Portuguesa quis,em determinado momento,cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez,no episódia conhecido como "Derrama". Isso revoltou a população e gerando o incidente conhecido como "Inconfidência Mineira",que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Tiradentes. ( João de Toledo Cabral,"O dobro do Quinto dos Infernos",jornal "O Capital",ano XXI,nº 204,pg 3)

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DOM QUIXOTE

DOMQUIXOTE O "Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de La Mancha",escrito pelo espanhol Miguel de Cervantes é considerado o primeiro romance moderno da história. Cervantes escreveu a obra em duas partes: a primeira foi publicada em 1605 e a segunda,apenas em 1615.

Ele tinha 58 anos quando publicou o trecho inicial. Cervantes fez uma paródia aos livros de cavalaria, muito populares no século 17. O escritor considerava rídiculo o apego desmesurado a esse tipo de literatura.

Trata-se de um dos livros mais traduzidos no mundo. Há,inclusive,versões em javanês e tibetano. Foi eleito o melhor livro da história em uma pesquisa realizada com 100 escritores de 54 países pelo Clube do Livro da Noruega (extraído do jornal "O Mundo Mágico da Poesia",abril de 2005, pg. 7 )

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