quinta-feira, 19 de julho de 2012

Estou criando filhos, já plantei uma árvore, posso escrever um livro?

Vanna

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As palavras sempre foram minhas amigas. Era com elas que me defendia, me escondia, me gabava, batia, magoava (quase sempre intencionalmente), elas sempre foram minhas aliadas pois nunca fui muito boa com a força física.

Em duas ocasiões apenas  lembro de ter tentado bater sem ser com as palavras, numa me apaixonei pelo agressor agredido (era bem menina), noutra passei a ser a melhor amiga da menina agredida e agressora e essa "briga" foi num tempo em que professores não temiam ser agredidos nem com palavras nem fisicamente e a minha tomou a decisão de nos por de costas uma para a outra e bater nossas nucas para que aprendêssemos a não "maltratar a coleguinha".

Aprendemos, não ficamos traumatizadas, não levamos nossas mães à escola para "baixar o barraco". Não sei dessa minha amiguinha, mas isso não me impediu em nada de continuar a estudar, aprender, querer ser, sonhar em ser, fazer acontecer. Nessa época, atitudes serviam para educar, doutrinar, ensinar a ser, não havia estudiosos traumatizados querendo "inventar"  que ações assim, humilhavam e constrangiam.

Hoje isso acontece, mas por que muitos pais e mães não se prepararam emocionalmente para a função e quiseram inovar sem avaliar quais poderiam ser os resultados e assim a coisa ficou como muitos já sabem: Os reprimidos liberaram demais e a situação saiu do controle é  preciso um olhar para  trás e recomeço.

Minhas dificuldades tiveram outras raizes e "atuaram" em pontos diferentes.Sendo as palavras minhas armas, a novidade é que fui convidada para escrever um romance. Sempre pensei nisso, mas nunca acreditei ser possível porque ficava pensando como uma pessoa consegue dar vida à paginas e mais páginas em branco, torná-las confidentes, fazê-las gritar aos leitores uma história que do lado de fora foi vivida dia a dia, foi sofrida, mas com o passar das páginas foi resolvida e depois da solução a vida seguiu.

E fica sempre a pergunta: para onde foram as personagens, que outras histórias estão vivendo? Será que me viciarei e a partir deste se consigo fazer não pararei mais pois histórias estão sempre acontecendo. Aliás, já imaginei o livro que conta a história  de como uma foto única criou uma nova história, mas isso é realmente uma outra história.

- roubado do blog Reflexões e Opiniões, da minha querida amiga Vanna  .  Confiram : http://minhasreflexoeseopinioes.blogspot.com.br/

terça-feira, 17 de julho de 2012

F A R M Á C I A D E P E N S A M E N T O S

DIA

“Colha o dia que se inicia como quem colheu uma
flor que nunca mais repetirá”.
  Rubem Alves, escritor, SP, 1947

www.farmaciadepensamentos.com
fpensa@farmaciadepensamentos.com
Sonia Aguiar

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Nomes da moda no Brasil

BabyCenter Brasil

BEBE

O nome Miguel é a grande novidade do ranking 2011 de nomes de bebê do BabyCenter Brasil. Miguel ultrapassou o campeoníssimo Gabriel, que liderava a lista dos meninos havia anos e agora caiu para o terceiro lugar. Entre as meninas, Julia é o nome mais usado, seguido muito de perto por Sophia.

O BabyCenter Brasil faz todos os anos um levantamento cuidadoso dos nomes dos bebês cadastrados no site. Ao longo de todo o ano de 2011, o número passou dos 60 mil bebês. É a lista mais completa desse tipo existente no Brasil. Ela leva em conta diferenças de grafia e nomes duplos. Assim, Maria Eduarda e Maria Clara são considerados dois nomes diferentes, e não apenas "Maria".

Veja então os nomes preferidos dos papais e mamães em 2011!

Meninos:
1 - Miguel,
2 - Davi,
3 - Gabriel.

Meninas:
1 - Julia,
2 - Sophia,
3 - Isabella.

Ranking dos nomes de bebê mais usados em 2010

No ano de 2010, o BabyCenter Brasil fez um levantamento com os 100 nomes de bebê mais usados no país, para meninos e meninas.
O ranking foi montado com os nomes de mais de 43 mil bebês cadastrados no BabyCenter Brasil e nascidos ao longo de 2010.

Diz o site que,no Brasil, não há nenhuma outra fonte tão completa e atualizada sobre nomes de bebê.

Os Top 10 entre os meninos era :

1. Gabriel
2. Davi
3. Miguel
4. Arthur
5. Matheus
6. Lucas
7. Guilherme
8. Pedro
9. Gustavo
10.Felipe

E entre as meninas :

1. Júlia
2. Sophia
3. Isabella
4. Maria Eduarda
5. Giovanna
6. Beatriz
7. Manuela
8. Rafaela
9. Mariana
10.Gabriela

http://brasil.babycenter.com

terça-feira, 3 de julho de 2012

O ÓCIO DO TRABALHADOR

Gabriel Perissé

OCIO A pergunta é sobre a etimologia de "ócio", antônimo mais comum para “tra -
balho".

A palavra remete ao latim otium, presente na formação da palavra negotium, "ocupação", "negócio". Negotium é o "fazer", a negação do ócio. A partícula neg associada a otium confere à palavra "negócio" um sentido negativo. Bom mesmo é o ócio.

Ócio também lembra preguiça e moleza, mas o conceito original de ócio refere-se a uma ação positiva, em que o ser humano se dedica a fazer coisas que têm a ver com a sua essência: pensar, ler, contemplar a natureza, viver a amizade, praticar a virtude etc.

Negociar é tudo o que fazemos para, em dado momento, usufruirmos do ócio, vinculado à noção de felicidade e paz. Negotians (de onde vem o nosso "negociante") era, na antiguidade, o empreendedor, aquele que faz e acontece. Este fazer tem sempre um componente de intranquilidade.

extraído do blog Palavras e Origens - http://palavraseorigens.blogspot.com.br/