sábado, 21 de setembro de 2013

DIA DA IMPRENSA NO BRASIL

77379306 O mês de junho inicia com uma data extremamente especial para os profissionais da área de comunicação e também para o país de maneira geral. Segundo historiadores, a princípio, o Dia da Imprensa era comemorado em 10 de setembro, data em que começou a circular a 'Gazeta do Rio de Janeiro'.

Contudo em 1999, o Congresso Nacional através de decreto lei alterou a data de comemoração para primeiro de junho,pois marca o nascimento do 'Correio Braziliense', fundado pelo jornalista gaúcho Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça.

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Antes da chegada da família real no Brasil era proibida toda e qualquer atividade de imprensa. Foi Dom João VI quem a instituiu no país em maio de 1808 com a instalação da Imprensa Régia. A Gazeta do Rio de Janeiro foi o primeiro jornal publicado em território nacional impresso em máquinas trazidas da Inglaterra. A publicação tinha caráter oficial e noticiava fatos favoráreis ao governo.

Contudo,pouco antes dessa data, o exilado Hipólito José da Costa lançou em Londres o Correio Braziliense, primeiro jornal brasileiro impresso fora do Brasil. A edição é datada de primeiro de junho de 1808, todavia chegou ao Rio de Janeiro somente em outubro e teve grande repercussão nas camadas mais esclarecidas, porém, foi proibido e apreendido pelo governo. Até 1820,apenas a Gazeta e demais revistas impressas na própria Imprensa Régia tinham licença para circular.

( Favari Filho, "JCL discute Dia da Imprensa no Brasil", TV Cidade Livre, Rio Claro, SP )

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O que aprendi com filmes americanos...

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Do blog “Memórias e outras histórias” http://danigarsi.blogspot.com.br

1- Qualquer investigação policial começa pela casa noturna.   
2- Todos os números de telefone americanos começam por 555.
3- Todas as camas têm lençóis especiais em forma de L de forma a taparem as mulheres até aos ombros e os homens, que se deitam ao lado delas, até a cintura.
4- O sistema de ventilação de qualquer edifício é o local ideal para alguém se esconder. Ninguém se lembra de procurar lá e pode-se alcançar facilmente qualquer parte do edifício através dele.
5- Para alguém se fazer passar por um oficial alemão não é necessário falar a língua. Basta o sotaque.
6- Um homem não mostra dor quando é ferozmente espancado mas queixa-se quando uma mulher lhe tenta limpar as feridas.
7- As cozinhas não têm interruptores de luz. Quando se entra à noite numa cozinha abre-se a geladeira e usa-se a luz dela.
8- Numa casa assombrada as mulheres investigam os ruídos estranhos com roupas o mais transparente possível.
9- Os carros sempre explodem, por menor que seja a batida.
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10 - Usar um colete ou despir-se até à cintura pode tornar um homem imune a balas.
11- Se alguém for apanhado num mal entendido que possa ser esclarecido rapidamente com uma explicação simples, por amor de Deus, deve calar-se.
12 - A tosse é normalmente o sinal de uma doença fatal.
13 - Todas as bombas estão equipadas com relógios que dizem exatamente quando irão explodir.
14- No confronto com um terrorista internacional perigoso, o sarcasmo e as frases jocosas são as melhores armas.
15- Num tiroteio, um homem contra vinte tem maior probabilidade de matar os vinte do que os vinte têm de matá-lo.
16- Uma música assustadora vinda de um cemitério deve ser sempre investigada mais de perto.
17 -Para fugir às balas dos alemães devemos esconder-nos num rio ou num lago. As balas dos alemães não penetram na água.
18- A maior parte dos computadores portáteis têm capacidade suficiente para penetrar nos sistemas de comunicações de qualquer civilização invasora extraterrestre.
19- Os pilotos de helicóptero privados estão sempre prontos a aceitar dinheiro de organizações terroristas internacionais, mesmo que o trabalho seja matar estranhos e termine na sua própria morte quando o helicóptero explode numa bola de fogo.

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20- A maior parte das pessoas guarda um álbum de recortes, especialmente se algum familiar ou amigo morreu num acidente de barco em situação estranha.
21- Todos os discos de computador trabalham em todos os computadores independentemente do seu software.
22- Todos os departamentos de polícia fazem testes de personalidade aos policiais para saberem se eles se fazem passar por outros completamente diferentes.
23- Quando estão sós, todos os estrangeiros preferem falar inglês entre eles.
24- Os heróis de ação nunca sofrem penas por homicídio ou ofensas criminais apesar de destruírem cidades inteiras no decorrer dos seus atos.
25- Encontra-se sempre uma serra motorizada quando é necessária.
26- Qualquer fechadura pode ser aberta em segundos com um cartão de crédito ou um arame exceto a porta de um prédio em chamas com uma criança lá dentro.
27- Ao conduzir um carro é normal não olhar para a estrada mas sim para a pessoa do lado ou de trás durante toda a viagem.
28 -Uma vedação elétrica com potência para matar um dinossauro não causa grande estrago numa criança de oito anos.
29- Qualquer tipo de emprego faz um pai esquecer o aniversário do seu filho de oito anos.

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30- Normalmente os policiais trabalhadores e honestos são mortos três dias antes da aposentadoria.
31- Uma loura bonita pode tornar-se uma especialista mundial de fissão nuclear aos 22 anos.
32- Quando se é perseguido através de uma cidade pode-se normalmente escapar através da parada do dia de S. Patrick, em qualquer época do ano.
33- Todos os sacos de compras de mercearia têm pelo menos um filão de pão de tipo francês.
34- Qualquer pessoa decola facilmente um avião desde que na torre de controle esteja alguém que lhe dê as instruções.
35- O batom dos lábios nunca desaparece, nem ao praticar mergulho.
36- Normalmente sobrevive-se a uma batalha em qualquer guerra a não ser que se cometa o erro de mostrar a alguém a fotografia da namorada que ficou em casa.
37- A torre Eiffel pode ser vista da janela de qualquer edifício de Paris.
38 - O pessoal da TV nunca termina a sua bebida.
39- O chefe da polícia é sempre negro.

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40- Policiais sempre comem rosquinhas.
41- Quando se paga o táxi nunca se olha para a carteira para tirar o dinheiro, tira-se uma ao acaso. É sempre o dinheiro certo.
42 - Quando se fica sem uma mão o braço cresce 15 cm.
43- Um simples fósforo é suficiente para iluminar uma sala, mesmo do tamanho de um estádio de futebol.
44- Se um assassino espreita uma casa é fácil encontrá-lo. Basta relaxar e tomar um banho, mesmo no meio da tarde.
45- Os camponeses medievais tinham dentes perfeitos.
46- Apesar de no século 20 ser possível disparar armas para objetos fora do campo visual, as pessoas do século 23 terão perdido esta tecnologia.
47- Todas as mulheres solteiras têm um gato.
48 - Ao conduzir um automóvel, mesmo numa reta, é necessário virar constantemente o volante com força para a direita e para a esquerda.
49- Não importa que se esteja em desvantagem numérica numa luta que envolva artes marciais. Os inimigos esperam pacientemente para atacar um por um, dançando à volta em atitude ameaçadora até que o seu predecessor seja posto fora de combate.

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50- Quando se apaga a luz para dormir, o quarto fica sempre iluminado, apenas um pouco escurecido.
51- Os cães sabem sempre quem são os malvados.
52- Independentemente dos estragos que uma nave espacial sofra durante um ataque, o sistema de gravidade interna nunca é afetado.
53 - Em vez de gastarem balas, os megalomaníacos preferem matar os seus principais inimigos através de dispositivos complicados que envolvem rastilhos, roldanas, gases tóxicos, lasers e tubarões e que permitem que os seus prisioneiros tenham pelo menos 20 minutos para fugir.
54- Muitos instrumentos musicais, especialmente os de sopro e os acordeões podem ser tocados sem mover os dedos.
55 - É sempre possível estacionar o carro em frente de edifício que se visita.
56- A maquilagem pode ser usada na cama sem sujar.   
57- Um detetive só consegue resolver um caso se tiver sido suspenso do serviço.
58- Se alguém decidir dançar na rua, qualquer outra pessoa com que se cruze conhece todos os passos da dança.

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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A FELICIDADE OBRIGATÓRIA

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As pessoas gostam de exibir a felicidade como um troféu. Demonstrar tristeza tornou-se uma espécie de derrota. O melhor exemplo é o comportamento diante de quem sofreu uma perda. Se está em lágrimas, costuma-se dizer:

– Não chore, vai passar...

A outra pessoa fica constrangida, como se viver a dor fosse defeito. Minha atitude é oposta. Aconselho:
– Chore, descabele-se, solte os bichos!

Entre as festas de final de ano e o Carnaval, então, deixar de ser feliz é uma espécie de derrota. Até passar o Carnaval há que demonstrar uma alegria exuberante. Uma conhecida distanciou-se de uma velha amiga. Comentou:

– Ela brigou com o namorado, andava sem grana. Era muito baixo-astral.

Era proibido para a outra falar dos problemas? No comentário, um sintoma preocupante. O “baixo-astral” parece uma doença contagiosa. Não nego. Compartilhar os problemas alheios às vezes não é fácil. Mas isso não faz parte da amizade? Não dá uma dimensão mais profunda ao relacionamento humano?

Ser feliz é cada vez mais uma imposição. Só falta alguém botar um letreiro dizendo: “Estou muito bem!”. Com ponto de exclamação, para simular entusiasmo.

Tenho um amigo de infância, Antônio Carlos, que ainda vive em Marília, no interior de São Paulo. Nos conhecemos desde os 5 anos de idade, mas ficamos afastados uma boa parte da vida adulta. Quando o reencontrei, há alguns anos, estava para se aposentar como professor de história de um colégio público. Na ocasião, me contou que, ao terminar a faculdade, muito jovem, ganhou uma bolsa para pós-graduação na Inglaterra. Mas não foi. Reagi escandalizado:

– Imagine, você teria tido tantas oportunidades!

Ele me respondeu calmamente que ficou para ajudar os pais a cuidar do irmão, Joel, com lesão cerebral. Hoje, mora com a mulher e os filhos numa casa vizinha à deles. Joel, quase cego, tem dificuldades até para as atividades cotidianas, como tomar banho sozinho.

– Se eu fosse para o exterior, talvez nem voltasse. E minha família?

No início levei um choque. Como alguém recusa um futuro brilhante para cuidar de um irmão com problemas? Depois, meditei sobre o tema. Sempre pensei a felicidade como resultado de uma bela carreira. Batalhei para ser escritor e estar na televisão. Boa parte das pessoas também associa felicidade a uma vida amorosa invejável. “Mas e se não for nada disso?”, me perguntei.

O modelo de felicidade que está aí não me atrai. Prefiro viver os sentimentos mais profundos

Meu amigo Antônio Carlos não se preocupou com a felicidade em função dos parâmetros sociais. Mas em ser solidário com o irmão e a família. Há alguns meses estive num churrasco em sua casa. Era emocionante ver como se preocupava com o irmão. Tentava alegrá-lo e fazer com que participasse da festa. Olhei para eles e concluí: “Não é a felicidade com que as pessoas sonham. Mas, apesar dos problemas, dores e preocupações, viver assim tem um significado real”.

Quantas pessoas são capazes de escolher o afeto em vez de uma carreira brilhante?

Justamente por ter se tornado obrigatória, a felicidade ficou tão efêmera quanto os últimos lançamentos da moda. É traduzida em símbolos: a roupa de grife, o carro novo, o vinho caro, o restaurante elegante.

Quanto mais sucesso, mais difícil a tal da felicidade. Já se iniciou uma batalha acirrada entre chiques e famosos para os convites dos camarotes VIPs do Carnaval do Rio de Janeiro. Quem não consegue sempre cai em crise de depressão.

Um amigo já idoso que no passado brilhou na sociedade paulistana confessou que não é mais convidado para os eventos, jantares e festas. Sua angústia lembrou-me o personagem Elliot, de O fio da navalha, de Somerseth Maugham. No fim da vida, de cama, Elliot ainda se preocupa em saber se foi convidado para uma determinada festa. Não foi. Mas lhe mentem que sim, para que morra em paz. Em relação a meu amigo, comentei, para apaziguá-lo:

– Sorte sua, essas festas são chatas.

A verdade é que deixou de ser convidado porque perdeu todo o dinheiro. As pessoas o evitam. Não que vá pedir emprestado – a situação não é tão grave, pelo menos ainda. Mas porque tem o “cheiro do fracasso”. No mundo da felicidade obrigatória, só há lugar para quem não tem problemas.

É uma felicidade cínica.

Durante muito tempo, também corri atrás de alegrias momentâneas, que se esvairam como fumaça. O modelo de felicidade que está por aí não me atrai. Pode ser difícil, doloroso ou me provocar contentamento. Minha opção é viver os sentimentos mais profundos.

( Enviado por Candida Papini )

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Mas quem afinal foi a Menina de Trança?

Rafael Zapater

Nas mais tradicionais histórias de romance é sempre comum encontrar alguém que amou um outro alguém no passado e que já não está mais presente. Isso já deve ter acontecido até com você que lê o texto nesse momento.
A Menina de Trança da música existiu.
Na juventude de Toninho quando ele tinha seus dezoito anos mais ou menos, morando e estudando em São Miguel Paulista começava a namorar a jovem Maria Aparecida, mais conhecida como Cidinha a menina de trança.
A moça era linda, cabelos lisos com castanhos relativamente loiros e rosto de boneca, carinhosa e cuidava bem dele.
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Toninho depois de um tempo percebeu que estava apaixonado de verdade e o que era fato, estava com um compromisso sério pois foi o que percebeu, tinha uma namorada e andava de mãos dadas com ela, saiam com casais de amigos, posavam para fotos na antiga escola.
Uma parte dessa história foi o próprio Toninho que contou em entrevistas e para amigos.Há controvérsias para o fim do relacionamento que teve uma duração considerável.
Pessoas que conviveram com o casal naquela época dizem que ele começou a se ausentar do namoro e uma das histórias mais contadas seria a de que Toninho que na época participava de calouros em rádios e clubes (inclusive estava perto de conhecer os rapazes que formariam com ele o grupo Os Iguais) já começava a ter a sua turma de conhecidos e eventuais compromissos mesmo ainda não tendo gravado nada e ainda não sendo famoso.
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Toninho começou a se atrasar para os encontros que marcava com Cidinha.
Uma vez teria acontecido de eles terem combinado nove horas da noite e ele chegar perto de uma da manhã.
O que se sabe de fato é que depois de Cidinha ter terminado o namoro com ele (que ficou arrasado com a decisão da moça) ela durante o passar dos anos ainda ter continuado apaixonada por ele.O primeiro amor ninguém esquece é ou não é?
clip_image003O que se tem informação é que a música foi escrita mais ou menos na mesma época e gravada cinco anos depois na RCA Victor quando Toninho se preparava para o seu segundo LP (1970) e já começava a se tornar um cantor conhecido tendo emplacado o LP anterior.
A música fez tanto sucesso que foi gravada em Italiano (ele pouco e quase nada gravou em Italiano, detalhe) posteriormente após constar no LP, foi incluida também no compacto oficial de Amanda um ano depois.Foi incluida também em seus dois últimos discos (1987 e 1988)
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Cidinha acabou casando e se tornando professora e Toninho encaminhou sua carreira na mesma época em que lançava a música entre outros sucessos que já havia conquistado.
Em em seus shows até o ano de sua morte sempre incluia esse grande sucesso em seu repertório e sempre dizia "essa música eu fiz em São Miguel quando eu namorava a Cidinha "
Provavelmente ela mora ainda no bairro onde tudo aconteceu, pois lecionava aulas lá (foi vista pela última vez há mais de cinco anos) e estava bem diferente.
Uma história triste porém bonita que virou poesia nas mãos de Antonio Marcos.

Ouça aqui: http://www.youtube.com/watch?v=-iZbckSQs7E
Fotos de Arquivo Pessoal

POSTADO POR RAFAEL ZAPATER ÀS 18:31 clip_image006

extraído do http://antoniomarcospensamento.blogspot.com.br/2012/04/mas-quem-afinal-foi-menina-de-tranca.html

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Ovo que vem de longe

Equipe RHBN -
Revista da História da Biblioteca Nacional

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Coelhinho da Páscoa, o que trazes pra mim?
Um ovo, dois ovos, três ovos assim
Coelhinho da Páscoa, que cor eles têm?
Azul, amarelo e vermelho também.

A quadrinha popular que se ouve na voz da criançada com a proximidade da Páscoa anuncia a troca de guloseimas no domingo que encerra a Semana Santa. A tradição é antiga na Europa, remonta ao século XIII, quando os estudantes da Universidade de Paris, após  entoarem salmos e cânticos de louvor a Deus em frente à catedral, saíam, organizados em procissão, recolhendo presentes. As ofertas, especialmente ovos, eram distribuídas para parentes, amigos e vizinhos. Os ovos, tingidos de azul ou vermelho, simbolizavam o renascimento, a ressurreição e a imortalidade.

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Confeccionados em madeira ou argila, com o tempo eles passaram a ser pintados e decorados com requinte.  No Brasil, o costume de receber e distribuir ovos de Páscoa data apenas dos anos 1920, introduzido pela colonização alemã nas cidades do Sul. Aos poucos, a prática se espalhou em massa de chocolate pelas confeitarias do resto do país, para o pecado de todos.

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/ovo-que-vem-de-longehttps://www.facebook.com/Revista.de.Historia