terça-feira, 21 de abril de 2015

ORIGEM DOS NOMES DOS ESTADOS DO BRASIL


Acre: vem de áquiri, touca de penas usada pelos índios munducurus

Alagoas: o nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.

Amazonas: nome de mulheres guerreiras que teriam sido vistas pelo espanhol Orellana ao desbravar o rio. Para Lokotsch, vem de amasuru, que significa águias retumbantes.

Bahia: o nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada.

Ceará: vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.

Espírito Santo: denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo

Goiás: do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.

Maranhão: Do tupi, mba'ra, mar, e nã, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome dado ao rio Amazonas.

Mato Grosso: o nome designa uma região com margens cobertas de espessas florestas, segundo antigos documentos.

Minas Gerais: o nome deve-se às muitas minas de ouro espalhadas por quase todo o estado.



Pará: do tupi, pa'ra, que significa mar, designação do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins.

Paraíba: do tupi, pa'ra, rio, e a'iba, ruim, impraticável.

Paraná: do guarani pa'ra, mar, e nã, semelhante, rio grande, semelhante ao mar.

Pernambuco: do tupi, para'nã, rio caudaloso, e pu'ka, gerúndio de pug., rebentar, estourar. Relativo ao furo ou entrada formado pela junção dos rios Beberibe e Capibaribe.

Piauí: do tupi, pi'au, piau, nome genérico de vários peixes
nordestinos. Piauí é o rio dos piaus.

Rio de Janeiro: o nome deve-se a um equívoco: Martim Afonso de Souza descobriu a enseada a 1º de janeiro de 1532 e a confundiu com um grande rio.

Rio Grande do Norte: derivado do rio Potengi, em oposição a algum rio pequeno, próximo, ou ao estado do Sul.

Rio Grande do Sul: vem do canal que liga a lagoa dos Patos ao oceano.

Rondônia: o nome do estado é uma homenagem ao marechal Rondon.

Santa Catarina: nome dado por Francisco Dias Velho a uma igreja construída no local sob a invocação daquela santa.

São Paulo: denominação da igreja construída ali, pelos jesuítas, em 1554 e inaugurada a 25 de janeiro, dia da conversão do santo.

Sergipe: do tupi, si'ri ü pe, no rio dos siris, primitivo nome do rio junto à barra da capitania.

Tocantins: nome de tribo indígena que habitou as margens do rio. É palavra tupi que significa bico de tucano. ( fonte : Leandro Rocha )

sexta-feira, 17 de abril de 2015

MIX

ARMAS DE FOGO 

As primeiras delas, ainda improvisadas, provavelmente surgiram na China logo após a invenção da pólvora, no século IX. Em tubos de bambu, essa mistura de salitre, enxofre e carvão vegetal que explode em contato com o fogo era usada para atirar pedras. 

Os árabes aperfeiçoaram o invento no século XIII, quando os canhões passaram a ser feitos de madeira e reforçados com cintas de ferro. Mas a contribuição decisiva veio no século XIV, quando surgiram os primeiros canhões de bronze, mais seguros. "O canhão abre caminho para a evolução tanto do armamento pesado quanto do individual", diz o historiador João Fábio Bertonha, da Universidade Estadual de Maringá, Paraná. 

As primeiras armas de fogo portáteis aparecem no século XV. "É uma verdadeira revolução: os soldados ganham outra importância e as táticas de guerra mudam completamente", afirma João Fábio. A primeira arma individual amplamente usada em batalhas é o mosquete, criado no século XVI. Mas a invenção é lenta e tem péssima pontaria. ( fonte : "Curiosidades sobre armas de fogo ", http://gcmdeguarulhos.blogspot.com.br/) 

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REMÉDIO PARA SAUDADE 


A saudade é uma dor causada pela solidão. Etimologicamente, "saudade" remete à soledade de quem viu seu amor partir — e "partir" pode ser ir embora ou quebrar-se...

Para saudade, algum remédio literário? Há uma quadra popular que talvez ajude. Leia duas vezes ao dia até decorar (isto é, até que se torne linguagem do coração, par coeur, by heart):

Saudade, ainda que doa. Tu és nesta vida fugaz. 
A única coisa boa. De todas as coisas más 
(Fonte: Gabriel Perissé, http://terapia-livros.blogspot.com.br/) 

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TRÊS BATIDINHAS 
As três batidinhas na porta provavelmente vêm da superstição de bater três vezes na madeira para afastar o azar. Nenhuma delas tem uma origem exata para os pesquisadores, mas vamos lá: gregos acreditavam que tocar em carvalhos  trazia boa sorte, afinal era a árvore sagrada de Zeus, o mais sinistro dos deuses.

Já os cristãos da Idade Média batiam na madeira, material da cruz de Cristo, para afastar maus espíritos. Assim como os celtas que, por sua vez, batiam em troncos de árvores. 

“Por similaridade, se os espíritos se afastam dos três toques na madeira, ao bater três vezes na porta de madeira o visitante anunciava indiretamente que não era um espírito mau”, esclarece o especialista em linguagem corporal Paulo Sérgio de Camargo. ( Fonte: Revista Super Interessante, edição on line )