terça-feira, 19 de maio de 2015

DOM PEDRO I, AMANTE INSACIÁVEL ?

Do "Site de Curiosidades" 
Reza a lenda que, quando Dom Pedro I passava, os nobres portugueses e ricos brasileiros escondiam suas filhas. A fama de amante insaciável do príncipe começou já aos 16 anos de idade.

Na fase adulta, o imperador tinha três grandes paixões: música, cavalos e mulheres, não necessariamente nessa ordem!

A primeira amante de Dom Pedro I foi a bailarina francesa Noémi Thierry, com quem ele teve um filho, que morreu no parto.

Mas a grande paixão da vida do imperador foi Domitila de Castro, a quem o nobre deu o título de Marquesa de Santos, além de quatro filhos.

A fama de Dom Pedro não era por acaso. Ele chegou, até mesmo, a ter um filho com Ana Augusta, uma monja portuguesa.

Além disso, é claro, Dom Pedro I não deixava suas escravas em paz, frequentava bordéis e seduzia moças de familia.

O imperador se casou com D. Leopoldina, e a história dá a entender que a imperatriz morreu de tristeza, por causa das aventuras amorosas do marido.

D. Pedro também teve um caso com a irmã da Marquesa de Santos, a baronesa de Sorocaba Maria Benedita de Castro Canto e Melo, a quem deu um filho.

Como podemos ver, Dom Pedro não foi nenhum santo. Aliás, é importante ressaltar que ele teve, nada menos, que 18 filhos entre legítimos e inlegítimos.  ( Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com
/http://fatoscuriososdahistoria.blogspot.com.br

terça-feira, 5 de maio de 2015

Confira quais seriados ditaram moda na televisão americana

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Assim como os seriados são responsáveis por reproduzir o comportamento da sociedade na televisão, os programas também são capazes de influenciar as mulheres na moda, na beleza e nos padrões estéticos.
Veja, abaixo, quais são as atrações que influenciaram as telespectadoras
As Panteras (1976-1981)
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A série é precursora no despertar dos desejos femininos. O programa expôs um novo potencial econômico e inaugurou um mercado até então inexplorado na televisão. Os anjos de Charlie - entre eles, a atriz Farrah Fawcett - eram capazes de emplacar qualquer estilo de roupa ou corte de cabelo. Com isso, o universo da moda na televisão tornou-se extremamente rentável.
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Sex and The City (1998-2004)
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É considerada a maior série fashion do mundo. As roupas e acessórios eram fundamentais para compor as cenas e os diferentes estilos e comportamentos das protagonistas - Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Miranda Hobbes, Samantha Jones e Charlotte York. A responsável pelo figurino da atração foi Patricia Field. Em cada episódio eram escolhidos em média dez modelos diferentes para cada troca de roupa das personagens.
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Gossip Girl (2007-2012)
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Para contar a história das jovens mais ricas e populares de Nova York, foi preciso compor um figurino impecável. Eric Daman, pupilo de Patricia Field em Sex and The City, conseguiu transformar Serena Van Der Woodsen (Blake Lively) e Blair Waldorf (Leighton Meester) em duas jovens que ditaram moda para suas telespectadoras. Ambas protagonistas possuíam estilos completamente diferentes. Serena oscilava entre vestidos extravagantes e brilhosos e figurinos mais básicos com acessórios marcantes. Blair, por sua vez, possuía uma preferência mais clássica inspirada na atriz Audrey Hepburn. Não podemos deixar de mencionar os ternos de alta costura do bad boy Chuck Bass, que agregaram mais luxo na moda masculina.
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The O.C (2003-2007)
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Os jovens aderiram completamente as tendências californianas expostas no programa. Os vestidos e saias curtas de Marissa Cooper (Mischa Barton) e os looks coloridos de Summer Roberts (Rachel Bilson ) inspiraram os adolescentes do início dos anos 2000. Ao longo dos episódios, as protagonistas foram assumindo mais sofisticação e também exibiram lindos vestidos em festas da alta sociedade de Orange County.
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Pretty Little Liars (2010-)
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Apesar de Hannah Marin (Ashley Benson) ser a protagonista mais antenada nas tendências da moda, Aria Montgomery (Lucy Hale) é a personagem que tem os looks mais copiados pelas telespectadoras americanas. Ela foi responsável por popularizar blusas com listras brancas e pretas, calças skinny, roupas de couro, brincos grandes e colares chamativos. Mesmo assim, cada uma possui um figurino peculiar: Spencer Hastings (Troian Bellisario) é clássica e veste muitas camisas de alfaiataria e Emily Fields (Shay Mitchell) adora roupas mais esportivas, jaquetas de couro e botas.

sábado, 2 de maio de 2015

Amor proibido é mais gostoso?

Rosana Braga 

Diz o ditado que tudo o que é proibido é mais gostoso e não há como negar que existe alguma verdade nisso. Diferenças à parte, a maioria das pessoas tende mesmo a se empenhar para conquistar algo ou alguém que apresente algum mistério ou boa dose de dificuldade.

O que se busca, acima de tudo, é a adrenalina que o proibido provoca. Ainda mais quando se trata da possibilidade de viver um amor... proibido. E proibido por quê? Existem várias razões para o uso deste rótulo, mas no final das contas, penso que a razão é o que menos importa.

Diferença de idade, classe social ou raça... ou ainda o encontro entre pessoas comprometidas, a questão é uma só: por que algumas pessoas parecem viciadas em viver amores proibidos? Até dizem que não querem, mas que acontece - como se nada pudessem fazer para evitar. Ou seja, tem algo neste encontro que deve mesmo ser viciante.

Aposto que, na maioria das vezes, não se trata de querer ferir alguém, mas de desejar, de modo visceral e até insano, viver intensamente. Tudo o que muitas pessoas desejam, talvez até sem se dar conta, é viver uma paixão avassaladora. É se jogar de corpo e alma numa situação em que pouco importa se o mundo está prestes a desabar, porque a sensação é de que apenas um instante pode fazer todo o resto valer a pena!

E para algumas pessoas em especial, esse ritmo alucinante de viver às escondidas, de ter de inventar um mundo paralelo, de ter que se superar e encontrar as mais inusitadas formas de satisfazer esse desejo torna-se sua razão de existir. Como se qualquer loucura pudesse ser justificada e perdoada.

Entretanto, na vida real o final dessa história nem sempre é feliz. Aliás, muitas delas se transformam em dor e lágrimas e, em alguns casos, terminam até em tragédia. Por isso, se você é viciado em amores proibidos, como se vivesse numa gangorra de emoções, ora incrivelmente feliz, ora absurdamente dilacerado, talvez seja momento de rever as fórmulas que você usa para colorir, encantar e dar sentido à sua história.

É possível viver paixões saudáveis. É possível buscar intensidade e adrenalina em outras fontes menos perigosas e mais compensadoras. É possível, sobretudo, amar apaixonadamente alguém que não seja proibido. Como? Aprendendo que paixão precisa ter prazo de validade, justamente porque é viciante. E tudo o que é vício engana o livre-arbítrio, tornando-nos reféns e escravos da situação.

Descumprir regras pode ser muito saudável quando elas são limitantes e sem propósito, mas viver em função de transgredir pode ser sinônimo de imaturidade e medo de crescer. Medo de arriscar, dar certo e não saber o que fazer com as exigências de um amor de verdade. Lembre-se de que uma fogueira pode aquecer e acolher, mas um incêndio devasta e destrói tudo o que vem pela frente.

Dois exemplos de amores proibidos vividos no cinema, mas com condutas completamente diferentes, são os filmes 'Perdas e Danos' e 'As Pontes de Madison'. Diante do desejo que inunda o corpo e alma dos personagens centrais, cada qual faz sua escolha baseando-se, acima de tudo, na capacidade de enxergar além do óbvio. Que você possa, diante de um amor proibido, conectar-se com sua essência para dar um sentido não cinematográfico, mas sagrado à sua história.