segunda-feira, 15 de junho de 2015

A PRIMEIRA TIPOGRAFIA NO BRASIL

05 de Janeiro – Criação da Primeira Tipografia no Brasil

Aprendemos com a nossa História que o ano de 1808 trouxe para o Brasil novos hábitos. Com a vinda de D. João VI e a família Real Portuguesa, houve grande mobilização na colônia para abrigar a corte portuguesa. O Rio de Janeiro, àquela época com um pouco mais de 50 mil habitantes, precisava abrigar os 15 mil que se transferiam e acabou sofrendo uma espécie de “europeização” para tornar-se a capital do império. Uma espécie de revolução cultural aconteceu.

É de 1808 o alvará que pôs em funcionamento o Banco do Brasil – é que a monarquia ia precisar movimentar recursos para a manter. Os portos brasileiros foram abertos, surgiu a Biblioteca Real (futura Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro), foram criadas a Escola de Ciências Artes e Ofícios (futura Escola Nacional de Belas Artes) e a Academia Militar, entre outras novidades.

Até 1808, fábricas eram proibidas na colônia. D. João assinou o alvará permitindo que fábricas pudessem funcionar. Foi então fundada, no Rio de Janeiro, a “Imprensa Régia”. 

Nesse momento a informação começaria a circular, a princípio nas mãos da corte. Logo viria o primeiro jornal, “A Gazeta do Rio de Janeiro”, divulgando toda a informação oficial.

Oficialmente, essa é a data da instalação da primeira tipografia no Brasil: 05 de Janeiro de 1808.

O registro do aparecimento da tipolografia no Brasil é pouco preciso, talvez por causa da proibição que vigorava. A proibição dessa atividade estava ligada à própria repressão da manifestação livre do pensamento, reinante naquela época. Imprimir qualquer texto constituía-se num delito grave. 

O primeiro produto gráfico a circular no Brasil, o Correio Braziliense, era impresso em Londres e entrava clandestinamente no Brasil. Ele circularia até 1822, completando 175 edições.

Registros históricos falam de um opúsculo (uma pequena obra, quase um folheto), intitulado Brasilche Gelt-Sack, que teria sido impresso em Recife , em 1634. E também de alguém de nome Antonio Isidoro da Fonseca, que, em 1746, teria inaugurado uma tipografia no Rio de Janeiro, depois fechada pela Carta Régia  que proibiu a impressão de livros ou de papéis avulsos na colônia. 

Vários autores registram que, mesmo existindo os equipamentos, depois da criação da Imprensa Régia, em 1808, somente o governo tinha autorização para imprimir. A Imprensa Régia começou a funcionar utilizando dois prelos (as prensas, a parte que pressão para imprimir) e 28 caixotes de tipos, apenas para imprimir as publicações reais.

A primeira publicação oficial imprensa, a Gazeta do Rio de Janeiro, falava sobre a vida administrativa e sobre a movimentação do Reino. Era submetida à censura do palácio e dirigida por um funcionário do Ministério das Relações Exteriores, Freio Tibúrcio da Rocha. 

Somente bem mais tarde, particulares obtiveram licença para que suas oficinas gráficas começassem a funcionar, com a criação da Régia Oficina Tipográfica, em 1821. 

A primeira publicação produzida pela iniciativa de circulação no país de que se tem notícia foi A Idade d’Ouro do Brasil, publicada em 1821 pela tipografia de Miguel Antonio da Silva Serva, na Bahia. 

Quando D. João VI deixou o Brasil, em 1821, começou a ser elaborado o documento que traria a liberdade de imprensa, quando um decreto seu acabava com a censura sobre textos originais, mas ela ainda continuava a existir sobre as provas imprensas. 

Foi D. Pedro I quem introduziu no Brasil a liberdade de imprensa, a partir da primeira lei de imprensa portuguesa. Em 28 de agosto de 1821 expressou num aviso: “que não embarace por pretexto algum a impressão que se quiser fazer de qualquer texto escrito”.  ( fonte : http://cdlsertania.wordpress.com ) 

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Abraham Lincoln sabia o que significava enfrentar críticas. Ele é citado pelas palavras que disse: "Se eu me dispusesse a não somente ler, mas a responder a todos os ataques que me são feitos, este escritório estaria fechado para qualquer outra atividade. Eu faço o melhor que sei fazer; e pretendo continuar assim até o fim. Se no final eu tiver me saído bem, o que é dito contra mim não valerá nada. Se no final eu estiver equivocado, mesmo se dez anjos jurassem que eu estava certo, isto não faria qualquer diferença".
     
Lincoln, enfrentando uma forte oposição, conseguiu reunificar os Estados Unidos, ganhou a Guerra Civil e aboliu a escravidão nos EUA. Se tivesse permitido que seus críticos o derrotassem, Lincoln não teria realizado o que fez. ( fonte: Tihtih, Grupos Bons Amigos , https://groups.google.com.)

terça-feira, 2 de junho de 2015

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Abraham Lincoln sabia o que significava enfrentar críticas. Ele é citado pelas palavras que disse: "Se eu me dispusesse a não somente ler, mas a responder a todos os ataques que me são feitos, este escritório estaria fechado para qualquer outra atividade. Eu faço o melhor que sei fazer; e pretendo continuar assim até o fim. Se no final eu tiver me saído bem, o que é dito contra mim não valerá nada. Se no final eu estiver equivocado, mesmo se dez anjos jurassem que eu estava certo, isto não faria qualquer diferença".
     
Lincoln, enfrentando uma forte oposição, conseguiu reunificar os Estados Unidos, ganhou a Guerra Civil e aboliu a escravidão nos EUA. Se tivesse permitido que seus críticos o derrotassem, Lincoln não teria realizado o que fez. ( fonte: Tihtih, Grupos Bons Amigos , https://groups.google.com.)